Parabéns, Rute Machado

 Hoje celebramos alguém que não cabe numa simples apresentação: a nossa Rute Vaz Machado, soprano de brilho próprio.

Chegada das montanhas da Covilhã — onde o ar é fino mas o humor é sempre robusto — trouxe consigo um vibrato inconfundível, capaz de transformar qualquer pós‑ensaio numa jukebox ambulante. Entre óperas, Disney e tudo o que a imaginação permitir, canta como quem respira: naturalmente, intensamente, e com aquela alma que faz corar princesas, tenores e até alguns direitistas nostálgicos da velha glória CMUCquiana.

Estudante de Administração Público‑Privada na Universidade de Coimbra, já percorreu corredores de Direito, trilhos de fantasia literária e universos mágicos onde varinhas resolvem problemas que nem a burocracia portuguesa ousa enfrentar. E, apesar de ver o mundo de forma única, vê‑nos sempre com o coração — um coração que distribui carinho, amizade e gargalhadas como quem distribui feitiços de luz.

Mas não se fica por aí. Quando não está a encantar palcos ou a discutir a eterna questão filosófica “Ananás na pizza: heresia ou génio?”, transforma‑se numa verdadeira máquina aquática. Em 2024 colecionou recordes de natação como quem coleciona livros de fantasia: muitos, variados e sempre com orgulho.

É por isso que hoje, neste dia que lhe pertence, nos perguntamos qual será a próxima fronteira. Depois da terra, do ar e da água… só podem ser as estrelas. E, sinceramente, para nós, ela já brilha como uma.



Parabéns, Rute. Que continues a cantar, a rir, a nadar e a encantar.

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